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18JUL2015 - CONCERTO DE CEZAR FERREIRA

18JUL2015 – CONCERTO DE CEZAR FERREIRA

No próximo dia 18 (Sábado) pelas 22h00 no anfiteatro do Palácio Ribamar (por detrás da biblioteca junto ao Café das Danças) a Fábrica de Alternativas tem o prazer de anunciar o Concerto do Músico Cézar Ferreira que vem tocar músicas do seu último álbum dedicado ao Forró Brasileiro. Nesta sua apresentação será acompanhado na percussão pelo músico Cicero Mateus (https://www.facebook.com/cicero.mateus.3)

O acordeonista Cezar Ferreira recebeu sua primeira aula de música aos seis anos de idade. À sua formação musical fazem parte o Piano, a Sanfona, o Violão e a Flauta. Com a Sanfona Cezar gravou vários LPs individuais.
Imigrou para a Europa em 1990. Primeiro para Espanha, França, Suiça, e em 1992 para a Alemanha. Formou-se pela Universidade de Düsseldorf, na Classe do Prof. Roberto Szidon, recebendo em 2000 o Diploma de Concertista de Piano Erudito. Neste mesmo ano adquiriu a cidadania alemã. Antes disso, em 1995 lançou seu primeiro CD solo de piano, “Tour in Europe”; seguido do segundo lançamento “Classic Moments”, em 1998.
Em Köln (Alemanha), estudou Jazz com Hans Lüdemann na Musikhochschule, até 2002. Ano em que lançara seu primeiro trabalho jazzístico “Afro Jazz”. Mais dois álbuns do Trio de Janeiro, “Szenario Urbano” (2005) e “Papagaio Embriagado” (2012), marcam a continuação deste trabalho.
Atualmente, Cezar pesquisa e leciona a Sanfona de oito baixos, além de ministrar aulas particulares de alemão como língua estrangeira.
Como acordeonista já atuou nos palcos de Paris, Genebra, Hannover, Rimini, Singapura, Cape Town, citando somente algumas das estações da sua carreira artística internacional

Forró:
Há duas versões etimológicas para a palavra forró. Na primeira, é associada ao termo forrobodó. A palavra origina-se do banto, língua africana e foi usada no Brasil durante os séculos XIX e XX, refere-se à festa, bagunça, baile, arrasta-pé. Este termo é usado de forma pejorativa e preconceituosa, referindo-se a ‘pessoas sem cultura ou sem educação’ (no caso educação social), que se diverte de forma muito ruidosa. Com o tempo, por ser mais fácil de pronunciar, ‘forrobodó’ teria simplesmente sido abreviada para forró. A abreviação do termo também se aplica para a segunda versão, a qual vem da expressão inglesa for all, que quer dizer: para todos.
Forró vem do Nordeste do Brasil, uma região em que imperam miséria e longos períodos de seca. O mais importante representante desse estilo, Luiz Gonzaga, cantava frequentemente sobre essas condições. Sua canção “Asa Branca” (um pássaro que no período de seca é o último a abandonar a região) tornou-se o Hino não oficial do Nordeste: “Que braseiro, que fornalha / Nem um pé de prantação / Por falta d’água perdi meu gado / Morreu de sede meu alazão”.
Luiz Gonzaga tornou o Forró conhecido em todo o Brasil na década de 50, e criou o típico Trio do forró: Zabumba (tambor grave), Triângulo (“ferrinho”, em Portugal) e Sanfona (acordeon diatônico).
Cezar Ferreira toca o forró instrumental “Pé-de-Serra” (forró do interior, da zona rural) na sua “Sanfona de oito baixos” (um tipo de concertina com afinação típica para a música do Nordeste do Brasil).



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