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ABR2016 - Ciclo Ettore Scola / Krzysztof Kieslowsk (2ªparte)

ABR2016 – Ciclo Ettore Scola / Krzysztof Kieslowsk (2ªparte)

Dois meses, dois cineastas é o título do ciclo de cinema dos próximos dois meses, Março e Abril. Os dois cineastas do ciclo são Ettore Scola e Krzysztof Kieślowski e foram sugeridos por dois associados da Fábrica, João Pestana e André Cid, respectivamente.

Ettore Scola (1931 – 2016) foi um dos mais importantes realizadores do cinema italiano. Ganhou o César (prémio anual do cinema francês) na categoria de melhor realizador por O baile (1984), e de melhor filme estrangeiro por Tão amigos que nós éramos (1977) e Um dia inesquecível (1978). Ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes nas categorias de melhor realizador por Feios, porcos e maus (1977) e de melhor roteiro por O terraço (1980). Recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim por O baile (1984).

Krzysztof Kieślowski (1941 – 1996) foi um premiado realizador polaco. Ganhou o Prémio do Júri no Festival de Cannes por Não matarás (1988), o Prémio Ecuménico do Júri no Festival de Cannes por A vida dupla de Véronique (1991), o Prémio FIPRESCI no Festival de Cannes por Não matarás (1988) e A vida dupla de Véronique (1991), o Leão de Ouro no Festival de Veneza por Três cores: Azul (1993), o Urso de Prata no Festival de Berlim na categoria de melhor realizador por Três cores: Branco (1994).

7 Abril 2016

Três Cores: Vermelho (Trois couleurs: Rouge)
De Krzyzstof Kieslowski
Com Irène Jacob, Jean-Louis Trintignant, Frédérique Feder, Jean-Pierre Lorit
Suíca/Polónia/França, 1994 – 1h35 min

Último filme da trilogia de Kieslowski sobre os ideais da Revolução Francesa, Vermelho desenvolve o tema da fraternidade. Valentine (Irène Jacob) é uma jovem modelo que vive em Genebra. Quando um dia atropela um cão por acidente, acaba por conhecer um juiz aposentado (Jean-Louis Trintignant), que se dedica a espiar as conversas telefónicas dos vizinhos, alimentando, desta forma, o seu desprezo pela humanidade e a convicção de que os homens e as mulheres continuam todos os dias a ser traídos, tal como ele próprio foi. Um filme sobre as relações entre seres humanos, sobre o laço que une Valentine e o juiz, mas também sobre todos aqueles que, sem o saberem, acabam envolvidos na trama. Uma história de redenção, perdão, compaixão, num filme que encerra e descodifica, não só esta poderosa trilogia, como toda a obra do realizador.
Vermelho foi nomeado para três Óscares (EUA) em 1995, nas categorias de Melhor Realizador, Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Recebeu o César 1994 (França) na categoria de Melhor Música para Cinema.

14 de Abril 2016


Que Estranho Chamar-se Federico
(Che Strano Chiamarsi Federico)
De Ettore Scola
Com Sergio Rubini, Sergio Pierattini, Antonella Attili
Itália, 2013
Documentário, 1h30

O próximo filme do ciclo Dois meses, dois cineastas é de Ettore Scola e chama-se Que Estranho Chamar-se Federico – Scola Conta Fellini (2013). Pode ser o prelúdio para um ciclo de cinema dedicado a Federico Fellini. Os filmes de Fellini obtiveram muitos prémios:
quatro Óscars, dois Leões de Prata, uma Palma de Ouro, o prémio do Festival Internacional de Filmes de Moscovo e, em 1990, o prestigiado Prémio Imperial concedido pela Associação de Arte do Japão, que é considerado como um Prémio Nobel. Este premeia cinco disciplinas: pintura, escultura, arquitetura, música e teatro/cinema. Com este prémio, Fellini juntou-se a nomes como Akira Kurosawa, David Hockney, Balthus, Pina Bausch e Maurice Béjart.

Ettore Scola retrata a vida e a obra de Federico Fellini. Com imagens de arquivo e uma retrospectiva desde a estreia do cineasta em 1939, como jovem designer, até ao seu quinto Óscar e

28 de Abril 2016


A dupla vida de Véronique (La double vie de Véronique)
De Krzysztof Kieslowski
Com Irène Jacob, Philippe Volter, Sandrine Dumas
Noruega/Polónia/França, 1991
Drama, 1h37
O último filme do ciclo Dois meses, dois cineastas é de Krzysztof Kieslowski e chama-se “A dupla vida de Véronique (1991). Irène Jacob, pouco conhecida até então, recebeu vários
prémios e nomeações para a categoria de Melhor Actriz. O ilme, a música e o realizador foram também premiados.
Veronika vive em Cracóvia. Véronique vive em Paris. Não se conhecem, mas têm a mesma vocação para a música, os mesmos gostos, a mesma relação de proximidade com o pai, viúvo, e o mesmo problema cardíaco, para além do mesmo aspecto físico. Veronika aprende música, trabalha arduamente, mas morre subitamente na sua primeira performance. A partir deste momento, a milhares de quilómetros de distância, a vida de Veronique altera-se profundamente e ela decide deixar de cantar…



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