João Pestana – Fábrica de Alternativas https://www.fabricadealternativas.pt Sat, 02 Feb 2019 01:17:51 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.4 https://www.fabricadealternativas.pt/wp-content/uploads/2019/12/fabrica-e1577218974934.png João Pestana – Fábrica de Alternativas https://www.fabricadealternativas.pt 32 32 129482573 Observatório da Guerra e do Militarismo https://www.fabricadealternativas.pt/observatorio-da-guerra-e-do-militarismo/ https://www.fabricadealternativas.pt/observatorio-da-guerra-e-do-militarismo/#respond Sat, 02 Feb 2019 01:17:35 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=7444 Um grupo de pessoas reunidas durante o evento sobre o anti-militarismo que aconteceu no passado sábado dia 26 na Fábrica de Alternativas tomou a iniciativa de iniciar a criação de um Observatório das guerras e do Militarismo com a ideia da promoção da Paz. Somos um grupo de cidadãos/ãs, que tem vindo a trabalhar na … Continuar a lerObservatório da Guerra e do Militarismo

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Um grupo de pessoas reunidas durante o evento sobre o anti-militarismo que aconteceu no passado sábado dia 26 na Fábrica de Alternativas tomou a iniciativa de iniciar a criação de um Observatório das guerras e do Militarismo com a ideia da promoção da Paz.

Somos um grupo de cidadãos/ãs, que tem vindo a trabalhar na construção de um autêntico movimento pela paz. 

Não nos consideramos a nós próprios/as, nem a ninguém,  com um direito especial para falar da paz, ou do pacifismo, ou da militância contra a guerra e o militarismo. 

Sabemos que existem, na sociedade, diversos conceitos e formas de estar em relação a estes assuntos. Trata-se de construir forças e não de separar. 

O objectivo imediato do Observatório é o de fornecer – de maneira regular – informação fidedigna, verificada pelo colectivo, que permita um fácil acesso à informação sobre estas questões da guerra e da paz. É nesta perspectiva que criámos e que estamos sempre melhorando o nosso sítio Internet e todos os instrumentos de comunicação que usamos ou viermos a usar.

  A nossa concepção de um grupo desta natureza é de que as pessoas individuais, membros do nosso colectivo, têm todo o direito a terem as suas opções próprias, nos planos político e ideológico, em particular, desde que compatíveis com uma cultura de paz. 

A base de acordo do nosso colectivo assenta nos pontos seguintes:

– A convicção profunda de que não há boas «soluções» armadas, ou seja, que estas não são solução nenhuma para os conflitos, quer entre Estados, ou dentro de um mesmo Estado (guerra civil)

– A convicção profunda de que um desarmamento das diversas potências mundiais ou regionais e alianças respectivas, é importante e urgente; que merece a mobilização dos povos para pressionar os governos e outros órgãos de soberania nesse sentido.

– Desejamos o diálogo com todas as pessoas; também com aquelas cuja opinião é sensivelmente diferente da nossa, pois a paz constrói-se no respeito de todos. 

– O Observatório tem como vectores principais de actividades:
a) dar informação objectiva sobre as guerras em curso (ou passadas),
b) dar informação sobre questões geo-estratégicas e não somente militares,
c) acolher opiniões de pessoas ou entidades sobre estas temáticas,
d) animar e participar em debates em torno destas questões, quer pelo nosso colectivo, quer por entidades que se proponham fazê-lo.

Os membros deste colectivo podem participar noutras estruturas e organizações. Eles/elas só são obrigados/as a respeitar os acordos estabelecidos e voluntariamente aceites no interior deste colectivo. A adesão ao colectivo é inteiramente livre e voluntária. A adesão de novos membros, bem como todas as outras questões da actividade do colectivo são examinadas e as decisões tomadas conjuntamente pelos seus membros, segundo os métodos da democracia directa. Quaisquer pontos que se considerem de futuro, serão acrescentados e incorporados a esta base de acordo, pelos membros.

A quem nos desejar visitar estamos aqui: ogmfp.wordpress.com

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Sorteio do Pássaro Alberto https://www.fabricadealternativas.pt/sorteio-do-passaro-alberto/ https://www.fabricadealternativas.pt/sorteio-do-passaro-alberto/#respond Mon, 21 May 2018 19:10:52 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=6531 Decorreu no Domingo dia 20 o sorteio do “Pássaro Alberto” uma obra gentilmente oferecida à Fábrica de Alternativas pela artista e nossa amiga, a ceramista Alice Diniz. O sorteio decorreu dentro da maior normalidade e, em virtude de o Sr. Presidente da Republica, que tínhamos convidado para o realizar tenha preferido ir para os futebois … Continuar a lerSorteio do Pássaro Alberto

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Decorreu no Domingo dia 20 o sorteio do “Pássaro Alberto” uma obra gentilmente oferecida à Fábrica de Alternativas pela artista e nossa amiga, a ceramista Alice Diniz. O sorteio decorreu dentro da maior normalidade e, em virtude de o Sr. Presidente da Republica, que tínhamos convidado para o realizar tenha preferido ir para os futebois lá para os lados do Estádio Nacional, socorremos-nos da Avó Lúcia que meteu a mão no saco e retirou o nome da Feliz contemplada. Assista ao video.

Adeus Alberto e que sejas muito feliz na tua nova casa.

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Liberdade em Segurança ou Segurança sem Liberdade https://www.fabricadealternativas.pt/liberdade-em-seguranca-ou-seguranca-sem-liberdade/ https://www.fabricadealternativas.pt/liberdade-em-seguranca-ou-seguranca-sem-liberdade/#comments Fri, 20 Apr 2018 16:34:33 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=6501 Liberdade em Segurança A Junta de Freguesia de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada/Dafundo escolheu, para a Mostra Social 2018, a realizar-se nos dias 18, 19 e 20 de Maio no Parque Urbano de Miraflores, o tema “Liberdade em Segurança”. A Fábrica de Alternativas aceitou a mais um vez estar presente e a levar ao local … Continuar a lerLiberdade em Segurança ou Segurança sem Liberdade

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Liberdade em Segurança

A Junta de Freguesia de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada/Dafundo escolheu, para a Mostra Social 2018, a realizar-se nos dias 18, 19 e 20 de Maio no Parque Urbano de Miraflores, o tema “Liberdade em Segurança”. A Fábrica de Alternativas aceitou a mais um vez estar presente e a levar ao local algumas das suas actividades.

Como me parece que o tema escolhido é muito relevante e para que o mesmo não se esgote em discursos populistas e redutores de uma realidade mais vasta, pareceu-me boa ideia iniciar o debate sobre o mesmo com uma outra visão mais abrangente.

Assim, começo com um excerto de um texto escrito por Pedro Norton na Revista Visão em 2015.

“A dicotomia liberdade / segurança é uma questão debatida desde sempre em política (ou pelo menos desde que há liberdade em política). Dito de outra forma, a segurança sempre foi usada como pretexto para cercear liberdades dos mais variados tipos. É assim em todas as repúblicas das bananas com os exemplos clássicos dos aprendizes de ditador que decretam e prolongam ao absurdo estados de emergência que mais não são do que fantochadas legais para concentrar poderes e eliminar as inúmeras maçadas políticas que as liberdades individuais sempre geram. Nos casos limite inventa-se uma ameaça externa, uma conspiração interna, e decreta-se o fim de todos os pilares de uma sociedade demoliberal: a separação entre o poder executivo e judicial, a liberdade de expressão e de imprensa, e todos os outros atropelos que queiram imaginar.

Infelizmente esta questão não se limita a ser suscitada por generais Tapiocas mais ou menos grotescos. No mundo ocidental, democrático e liberal, é preciso ser-se muito distraído para não se ter dado pela polémica dos atrozes abusos cometidos pelos próprios Estados Unidos em Guantánamo, a propósito da luta contra o terrorismo. No mundo ocidental, democrático e liberal, é preciso ser-se muito distraído para não se ter dado pelas polémicas de estilo wikileaks. Em nome vá lá saber-se do que ameaça, chefes de Estado ocidentais, escutam aliados e amigos com uma naturalidade e uma impunidade de pôr cabelos em pé.

Pois bem, reconhecendo que estamos perante um clássico trade-off, não menosprezando a ameaça real do terrorismo global, confesso-me um fanático da liberdade. Entre os dois polos, entre a segurança e a liberdade, o meu coração penderá sempre para o segundo.”

A cada dia que passa os “médias do poder”, jornais, rádios e televisões pertencentes a grandes grupos económicos, disseminam o medo e muitas vezes a mentira. Vivemos no mundo da comunicação instantânea onde o limite entre verdade e mentira não existe. Cada um defende as cores dos seus interesses e o que para uns é patriotismo outros chamam terrorismo. Não há bons e maus. O medo é incutido e exacerbado e é através do medo que é possível restringir todas as liberdades. Os actuais meios electrónicos espiam cada coisa que fazemos, cada texto que escrevemos, cada conversa que temos. A privacidade não existe em nome da segurança e os nossos direitos legalmente consagrados são apagados de um momento para o outro. Medo a palavra que em nome da segurança é utilizada para matar a liberdade.

Talvez seja impossível viver em liberdade e segurança num mundo onde a conquista do poder a qualquer custo, a dominância e a pilhagem são a lei natural. Mas não é só ao nível global que essa filosofia pode ser utilizada. Também ao nível local, criando guetos, grupos de pobreza e miséria, se consegue justificar mais policia, mais músculo e um maior controlo da mobilidade pública. Também é pelo medo dos grupos anarquistas que se conseguem justificar a violência sobre manifestações pacíficas e se calam protestos justos. É com a segurança que se justificam exércitos e policias mais bem equipados e armados. É com a segurança que se justifica que cada dia sejamos menos livres e mais vigiados. E a liberdade? Essas, já há muito que os agentes medo decidiram que pode e deve ser substituída pela segurança. Isso, se todos aceitarmos ter medo.

João Pestana

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Petição – PELO DIREITO AOS CÃES DE ANDAREM SEM TRELA https://www.fabricadealternativas.pt/peticao-pelo-direito-aos-caes-de-andarem-sem-trela/ https://www.fabricadealternativas.pt/peticao-pelo-direito-aos-caes-de-andarem-sem-trela/#comments Tue, 17 Apr 2018 22:36:39 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=6494 PELO DIREITO AOS CÃES DE ANDAREM SEM TRELA EM ESPAÇOS PÚBLICOS O “Homem” na sua hegemonia considera-se com o direito de condicionar o direito de todos os outros animais e até da própria natureza. Ocupamos o espaço onde livremente viviam, escorraçamo-los, muitas vezes até ao ponto da sua extinção, simplesmente porque temos esse poder. Ao … Continuar a lerPetição – PELO DIREITO AOS CÃES DE ANDAREM SEM TRELA

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PELO DIREITO AOS CÃES DE ANDAREM SEM TRELA EM ESPAÇOS PÚBLICOS

O “Homem” na sua hegemonia considera-se com o direito de condicionar o direito de todos os outros animais e até da própria natureza. Ocupamos o espaço onde livremente viviam, escorraçamo-los, muitas vezes até ao ponto da sua extinção, simplesmente porque temos esse poder. Ao longo dos tempos mais áreas ocupamos e menos espaço é deixado para os outros seres vivos.

Nas nossas cidades só os pássaros, ratos, baratas e outros insectos conseguem viver com alguma liberdade. Outros, os considerados animais domésticos, podem coexistir connosco mas como seres de segunda e sem quase terem direitos. Os que lhes são consagrados existem mais para garantir que não atrapalham a vida dos humanos que para o seu bem-estar. Os gatos normalmente vivem encerrados dentro dos apartamentos e por isso “não incomodam”. Já os cães são animais que, pelas suas características, necessitam de atenção e cuidados. Ter um cão é uma responsabilidade para o dono e exige trabalho e dedicação. Um cão deve ser “ensinado” desde pequeno e se assim for é um amigo leal que não causa problemas nem distúrbios. Outros há que são mal-educados, agressivos e até perigosos, mas essas são certamente também as características dos seus donos. Mas, os donos podem sê-lo e não se lhe coloca uma trela e um açaimo,  podem continuar a ir ao jardim, passear-se na rua, urinar e escarrar nos passeios, criar confusão, incomodar os outros e até muitas vezes serem violentos. Os cães não, esses têm de ser mais bem-educados que qualquer criança, tem de ter um comportamento exemplar. A eles tudo é exigido e proíbe-se a sua presença porque a criança pode ter medo do cão mas não se proíbem atitudes e comportamentos aos humanos que criam medo ao cão. O cão tem de aprender a relacionar-se com os humanos mas estes não fazem o menor esforço nem consideram necessário fazer nenhum para compreenderemo comportamento dos animais. Quem tinha mais obrigação, por se considerar um ser inteligente e superior, exige mas não se dá ao trabalho ou o consegue fazer.

Um cão que vá passear à rua é obrigado a ir de coleira e trela, mesmo que seja um cão bem-educado, amistoso e bem comportado. Em alguns casos pode até ser o comportamento adequado já que evita que possa ser atropelado. O mesmo já não se entende quando se chega a um parque ou a uma praia. Para um cão ser mais calmo, mais obediente e mais dócil ele necessita de socializar com homens e animais e também de gastar energias correndo em liberdade. Mas não pode. A lei não lhe permite. São seres inferiores que não queremos que nos incomodem. Podem levar a criança a quem permitem que fique a fazer birras, asneiras, a sujar e a fazer o que lhe apetece mas o cão não pode. Podem ir os jovens que falam alto, colocam rádios aos berros, mas os cãos não podem nem latir. Os cães têm de estar presos, calados e muito quietos.

Os nossos cães precisam de poder correr e brincar. Proibir-lhes esse direito é retirar-lhes o direito a serem saudáveis e felizes.

Pelo direito a um espaço público para os nossos amigos possam andar em liberdade, propomos que os cães, sempre que acompanhados pelos donos, possam andar sem trela em locais públicos. Aos donos fica a responsabilidade de garantir o bom comportamento do cão, a limpeza dos seus dejectos e o pagamento de qualquer estrago que possam fazer. Os donos devem possuir um cartão, a ser emitido pelas Juntas de Freguesia, que garantam que os cães estão legalizados e possuem todas as vacinas obrigatórias.

Assina a petição aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89099

João Pestana

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Apresentação dos Cadernos Selvagens, 1ª edição de 2018 https://www.fabricadealternativas.pt/apresentacao-dos-cadernos-selvagens-1a-edicao-2018/ https://www.fabricadealternativas.pt/apresentacao-dos-cadernos-selvagens-1a-edicao-2018/#respond Tue, 20 Mar 2018 11:58:40 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=6354 Assim aconteceu mais uma edição dos nossos Cadernos Selvagens, a 1ª de 2018. O André Clemente esteve lá e fotografou.

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Assim aconteceu mais uma edição dos nossos Cadernos Selvagens, a 1ª de 2018. O André Clemente esteve lá e fotografou.

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A Comunicação social que temos e não queremos https://www.fabricadealternativas.pt/comunicacao-social-nao-queremos/ https://www.fabricadealternativas.pt/comunicacao-social-nao-queremos/#comments Sat, 13 Jan 2018 01:17:18 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=6103 “Uma dezena de pessoas assaltou uma padaria de portugueses no Estado venezuelano de Vargas, roubando bens no valor de 50 milhões de bolívares (3,7 milhões de euros à taxa oficial Sicad) avançaram nesta sexta-feira à agência Lusa fontes da comunidade portuguesa.”….. “os ladrões decidiram a levar todos os queijos, enchidos e sumos de fruta que … Continuar a lerA Comunicação social que temos e não queremos

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“Uma dezena de pessoas assaltou uma padaria de portugueses no Estado venezuelano de Vargas, roubando bens no valor de 50 milhões de bolívares (3,7 milhões de euros à taxa oficial Sicad) avançaram nesta sexta-feira à agência Lusa fontes da comunidade portuguesa.”….. “os ladrões decidiram a levar todos os queijos, enchidos e sumos de fruta que havia no estabelecimento”.

Noticia da Lusa noticiada pelo JN e pelo Público

Uma padaria no Estado venezuelano de Vargas tinha queijos, enchidos e sumos de fruta no valor de 3,7 milhões de euros? É notório na nossa comunicação social que existe uma campanha contra o governo da Venezuela, mas… tenham algum decoro! Quem pode acreditar nisto?

Não pretendo aqui defender a governação na Venezuela, como não o pretendo fazer em relação ao Irão ou à Coreia do Norte. Não é desse assunto que aqui se trata mas sim da forma vergonhosa como a nossa comunicação social dá as noticias que nos entram pela casa dentro. Sabemos que a comunicação social, supostamente livre e independente, está dependente do grande capital e nas mãos de grandes grupos económicos. Sabemos que de livre tem muito pouco. Sabemos que é utilizada para servir interesses nem sempre muito claros e para nos “vender” a “verdade” em que desejam que acreditemos. Sabemos como é fácil, através dela, manipular, criar falsas realidades e falsas verdades. Nela se vendem ideias, detergentes, ideologias, governos, etc. e se justificam guerras e massacres em nome da liberdade, da democracia, de Deus ou de outra qualquer razão. Basta lembrar o Iraque. Nela se criam demónios quando necessário e é útil aos interesses de alguns. Basta lembrar Portugal na década de 70, após o 25 de Abril, quando foi a CIA (que até enviou para cá o Frank Carlucci) e os interesses económicos que financiaram e criaram a ideia da “maioria silenciosa”, de um povo em luta contra a opressão e tudo o mais que se sabe hoje como verdades já assumidas. Não duvido que na Venezuela, no Irão e noutros países “do eixo do mal”, a CIA e os interesses económicos estejam a fazer exactamente o mesmo com a conivência dos meios de comunicação que controlam. Basta ver que todos os dias somos bombardeados com a “opressão” a que esses povos estão sujeitos, aos mortos e feridos em manifestações de protesto pela liberdade e nada se fale de Israel ou da Arábia Saudita e ninguém se importa com os massacres no Darfur ou no Ruanda. Tanto que se falava do malvado Kadafi mas ninguém se importa que hoje haja na Líbia mercados abertos para venda de escravos.

Um dos grandes problemas da liberdade e da democracia é exactamente a comunicação social que, como sabemos, não é livre nem democrática. Pertence ao poder económico (e a outros poderes menos claros e mais secretos) que a utilizam para manipular. É em nome delas, liberdade e democracia, que nenhum controlo é exercido sobre o que é noticiado e se alguém critica ou levanta a voz fala-se logo em tentativa de controlar a dita comunicação livre e democrática. Se um jornalista não obedece à voz do dono vai para o olho da rua e se um estado ousa dizer alguma coisa está a tentar controlar a informação (a tal dita livre e democrática).

Não posso acreditar na noticia que inicia este texto, por ser abusiva da inteligência de qualquer um. Não posso confiar nem acreditar nas noticias que nos são impingidas pela comunicação social que mais não fazem que criar a “Matrix” em que vivemos. Vivemos numa época de mentira e manipulação e já nunca sabemos em que podemos acreditar, e quem não sabe no que pode acreditar não vive nem em liberdade, nem em democracia. Vive na mentira.

Artigo escrito por João Pestana

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Famílias no mercado livre de electricidade podem voltar ao regulado https://www.fabricadealternativas.pt/familias-no-mercado-livre-eletricidade-podem-voltar-ao-regulado-ler-http-www-cmjornal-pt-economia-detalhe-familias-no-mercado-livre-eletricidade-podem-partir-hoje-voltar-ao-regu/ https://www.fabricadealternativas.pt/familias-no-mercado-livre-eletricidade-podem-voltar-ao-regulado-ler-http-www-cmjornal-pt-economia-detalhe-familias-no-mercado-livre-eletricidade-podem-partir-hoje-voltar-ao-regu/#respond Mon, 01 Jan 2018 16:55:27 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=6047 As famílias que estão no mercado livre de electricidade podem a partir de 1 de Janeiro de 2018 regressar à tarifa regulada, mantendo o mesmo comercializador, se este disponibilizar o novo regime, ou voltando ao fornecedor em mercado regulado, a EDP – Serviço Universal. O processo que cria o designado regime equiparado ao das tarifas … Continuar a lerFamílias no mercado livre de electricidade podem voltar ao regulado

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As famílias que estão no mercado livre de electricidade podem a partir de 1 de Janeiro de 2018 regressar à tarifa regulada, mantendo o mesmo comercializador, se este disponibilizar o novo regime, ou voltando ao fornecedor em mercado regulado, a EDP – Serviço Universal. O processo que cria o designado regime equiparado ao das tarifas transitórias ou reguladas (pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos – ERSE) para o fornecimento de electricidade aos clientes finais de baixa tensão normal – famílias e pequenos negócios – surgiu com a proposta do PCP, aprovada no parlamento com os votos favoráveis do PS, BE, PEV e PAN.

Os comercializadores têm que divulgar se disponibilizam ou não o regime de tarifas reguladas, nos termos a definir pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), dispondo de 10 dias úteis para responderem aos clientes que solicitarem o acesso a esta nova tarifa. Nas facturas enviadas aos consumidores por todos os comercializadores em regime de mercado “deve ser colocado o valor da diferença entre o preço praticado em regime de mercado e a nova tarifa equiparada ou regulada”. Caso se verifique a inviabilidade de aplicação da oferta desta tarifa por parte dos comercializadores, “os consumidores devem ser informados por escrito, constituindo esta resposta comprovativo para se cessar o contrato e formalizar o fornecimento de electricidade com comercializador de último recurso”, isto é, a EDP – Serviço Universal. “Os clientes finais não poderão ser penalizados se tiverem sido contratados serviços duais ou adicionais relativos ao contrato anterior, sempre que decidam exercer o direito de opção à tarifa equiparada”, segundo o diploma.

Entretanto, a ERSE deu aos comercializadores de electricidade em mercado livre que pretendam praticar condições de preço regulado até ao início de Março para oferecer esta possibilidade aos clientes. De acordo com os últimos dados da ERSE, o mercado livre de electricidade em Portugal tinha no final de Outubro 4,94 milhões de clientes (entre famílias e empresas) e cerca de 84% do consumo total do segmento doméstico – abrangido pelo regime equiparado à tarifa regulada.

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Uma qualquer pessoa para uma pessoa qualquer https://www.fabricadealternativas.pt/uma-qualquer-pessoa-para-uma-pessoa-qualquer/ https://www.fabricadealternativas.pt/uma-qualquer-pessoa-para-uma-pessoa-qualquer/#comments Fri, 27 Oct 2017 23:18:57 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=4866 “Criatividade é permitir a si mesmo cometer erros. Arte é saber quais erros manter” Scott Adams (Frase de um cartaz no Hall do Teatro Turim) Vi pela primeira vez o Rafael num pequeno monólogo numa mostra de teatro breve em contentores e percebi logo que não seria a última vez. É que o Rafael é … Continuar a lerUma qualquer pessoa para uma pessoa qualquer

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“Criatividade é permitir a si mesmo cometer erros. Arte é saber quais erros manter”
Scott Adams (Frase de um cartaz no Hall do Teatro Turim)

Vi pela primeira vez o Rafael num pequeno monólogo numa mostra de teatro breve em contentores e percebi logo que não seria a última vez. É que o Rafael é um Actor de Teatro como não há muitos por ai. Depois desse dia, de cada vez que o vi surpreendeu-me sempre com uma nova representação diferente de todas as outras, mas sempre genial. Vem este texto a propósito de mais uma peça, mais um monólogo, que fui ver hoje e onde senti o desgosto de uma sala praticamente vazia e o privilégio de o ter a actuar quase só para mim (éramos 6 pessoas). A peça termina deixando a ideia de que as coisas têm a forma que nós lhe dermos pelo que posso escolher entre o desgosto e o privilégio e prefiro este último. O desgosto deixo para os outros, os que podendo perdem as oportunidades de ver bom teatro.

Vivemos na era da imagem, da rapidez, do supérfluo e do efémero. Tudo passa em frente dos nossos olhos e antes que tenhamos tempo para ter consciência disso já algo novo e diferente nos ocupa os sentidos antes de também esse novo instantaneamente passar a velho numa sucessão quase infinita. Televisões, computadores cada vez mais rápidos e cada vez a imitar mais o real que nunca poderão ser simplesmente porque não o são. Nada é para ficar, para guardar, tudo passa como num feed do facebook. Um like e segue em frente.

No Teatro o tempo é importante. O tempo de dizer, o tempo dos silêncios. É o actor que nos conta uma história, que fala connosco, que troca a nossa atenção pela sua arte. A arte do movimento, do dizer, do comunicar. O Rafael Diaz Costa merece todo o meu respeito como actor e merecia ser conhecido por mais gente para mais gente o poder respeitar. Ele anda por ai a fazer peças e a surpreender quem o queira ver.

Este sábado e domingo (28 e 29 de Outubro) ainda vai estar com a peça “Uma qualquer pessoa” no Teatro Turim (Estrada de Benfica 723, 1500-089 Lisboa Tel: 21 760 6666). Quem puder aproveite que não se vai arrepender.

Texto e Encenação: Laura L. Tomaz

Por João Pestana

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Carta ao Presidente da República, solicitando o veto do CETA. https://www.fabricadealternativas.pt/carta-ao-presidente-da-republica-solicitando-o-veto-do-ceta/ https://www.fabricadealternativas.pt/carta-ao-presidente-da-republica-solicitando-o-veto-do-ceta/#comments Sun, 08 Oct 2017 16:52:47 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=4554 A Fábrica de Alternativas é um dos apoiantes da luta da Plataforma Não ao Tratado Transatlântico desde a sua formação. Sabemos dos perigos que estes tratados internacionais de comércio representam, não só para a soberania dos países, mas sobretudo para a vida de todos e cada um de nós. Após a luta contra o Tratado … Continuar a lerCarta ao Presidente da República, solicitando o veto do CETA.

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A Fábrica de Alternativas é um dos apoiantes da luta da Plataforma Não ao Tratado Transatlântico desde a sua formação. Sabemos dos perigos que estes tratados internacionais de comércio representam, não só para a soberania dos países, mas sobretudo para a vida de todos e cada um de nós. Após a luta contra o Tratado Transatlântico e devido a ela esse tratado foi colocado em banho Maria, transferiram a ofensiva para um outro tratado em discussão, o CETA (Acordo de comércio livre entre a União Europeia e o Canadá). Este tratado, mesmo sem o obrigatório e necessário debate nacional e com todas as mal-feitorias nele contidas foi já aprovado na Assembleia da República. Está agora nas mãos do Presidente da República a sua promulgação. Ainda é possível travar mais este ataque aos nossos direitos, à nossa saúde e às nossas vidas. Exerçam a vossa cidadania enviando a carta ao Presidente da República, solicitando o veto do CETA.

O endereço é belem@presidencia.pt

Exmo. Senhor Presidente da República

Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Dirijo-me a V. Exa. como cidadã preocupada com as gravosas consequências que o Acordo Económico e Comercial Global (CETA – Comprehensive Economic and Trade Agreement) terá para os portugueses, sem que tenham sequer sido informados sobre o mesmo. O CETA é desconhecido da quase totalidade dos cidadãos portugueses. Um debate alargado com a sociedade civil, conforme aprovado na Assembleia da República, no dia 12 de Janeiro do corrente ano (Projecto de Resolução n.º 606/XIII/2ª), não teve lugar.

O CETA é um acordo comercial que interfere directamente nos vários sectores da vida dos cidadãos, ao harmonizar padrões ambientais, sociais, de saúde pública e outros, entre a União Europeia e o Canadá, sem o mínimo respeito pelos cidadãos nem considerar o bem comum.

O CETA é um acordo que ameaça o Estado de Direito, a Soberania e a Democracia em matérias como a protecção social e a regulação laboral, sanitária e ambiental. Conduz a um agravar das desigualdades, a uma ameaça às pequenas e médias empresas e aos pequenos agricultores, à saúde pública, ao meio ambiente, com particular destaque ao combate às alterações climáticas. Também põe em causa a privacidade dos dados dos cidadãos e os seus direitos enquanto consumidores.

Por outro lado, estou profundamente preocupada com o facto de, no CETA, serem atribuídos direitos especiais a investidores, apenas estrangeiros, para processarem estados.

Estes direitos são fundamentados em enunciados difusos como “expropriação indirecta“, “legítimas expectativas de lucro“ e “tratamento justo e equitativo”.

Note-se ainda que, opostamente, os estados não podem processar as empresas, por exemplo, no caso das práticas daquelas empresas prejudicarem a vida dos cidadãos, directa ou indirectamente.

Exmo. Sr. Presidente, qual a justificação para que, entre estados em que a existência de segurança jurídica é indubitável, seja criada uma justiça paralela? Note-se que as empresas estrangeiras passarão a poder escolher entre processar um estado através de um tribunal do próprio estado, do ICS (Investment Court System), ou de ambos. Entretanto, as empresas nacionais ficarão prejudicadas por não terem acesso a esse recurso suplementar.

Refira-se ainda que o valor desmesurado que tais processos envolvem, tanto pelos custos processuais como pelas indemnizações exigidas, poderá pôr em causa a própria economia nacional e provocar a precarização dos portugueses.

A protecção ao investimento incluída no CETA vai pois criar uma discriminação, constitui uma infracção contra o tratamento igualitário e é, juridicamente, uma arbitrariedade. Nesse sentido, o governo belga enviou, no dia 6 de Setembro passado, um pedido de opinião ao Tribunal de Justiça da União Europeia sobre a compatibilidade das disposições de protecção do investimento no CETA. Foi também apresentada uma queixa de inconstitucionalidade, apoiada por mais de 120.000 pessoas, ao tribunal constitucional de Karlsruhe, Alemanha, não se tendo este ainda pronunciado.

Dado o exposto, Exmo. Sr. Presidente, apelo à não ratificação do CETA.

Aguardando resposta,

Atenciosamente,

Incentivem os vossos familiares, amigos. colegas, conhecidos e todos os vossos contactos para enviarem igualmente a carta/email ao presidente e assim darão ainda mais força a esta iniciativa. Se enviarem em BCC, para o email: info@nao-ao-ttip.pt, poderão ser contabilizadas também essas mensagens, sabendo de forma mais consistentemente, o número de cidadãos que dirigiram o pedido ao PR.

Nota: Apesar da Fábrica ser subscritora da Plataforma Não ao TTIP escrevo este artigo em nome pessoal por não haver tempo útil para levar o assunto a Reunião de Fábrica. É a luta pelos nossos direitos e pelo futuro dos nossos filhos que está aqui em causa. Enviem o email e mostrem a vossa indignação. Se tiverem dúvidas sobre o que está aqui em causa visitem a página https://www.nao-ao-ttip.pt/category/ceta/

João Pestana

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O novo veneno mortal da Monsanto https://www.fabricadealternativas.pt/o-novo-veneno-mortal-da-monsanto/ https://www.fabricadealternativas.pt/o-novo-veneno-mortal-da-monsanto/#respond Tue, 03 Oct 2017 22:32:09 +0000 http://www.fabricadealternativas.pt/?p=4484 A Monsanto lançou um super veneno que se espalha pelo ar e mata as plantações dos terrenos vizinhos no seu caminho, excepto aquelas que usam as sementes transgénicas deles! Em poucos dias podemos ajudar a proibi-lo. Foi com enorme desespero que 1.000 fazendeiros que foram afectados por este veneno, num estado dos EUA podem finalmente … Continuar a lerO novo veneno mortal da Monsanto

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A Monsanto lançou um super veneno que se espalha pelo ar e mata as plantações dos terrenos vizinhos no seu caminho, excepto aquelas que usam as sementes transgénicas deles!

Em poucos dias podemos ajudar a proibi-lo.

Foi com enorme desespero que 1.000 fazendeiros que foram afectados por este veneno, num estado dos EUA podem finalmente bani-lo e isso pode abrir um precedente de importância mundial para sua proibição.

A Monsanto está a fazer de tudo para abafar o caso e reduzir o assunto ao nível local. Mas se um milhão de nós assinarmos esta petição, vamos encaminhá-la para um processo oficial e mostrar que o mundo quer esse veneno longe de nossos campos e alimentos.

Adicione seu nome à petição: Enfrente a Monsanto

Os fazendeiros estão desesperados e não é sem razão. O dicamba, como é chamado o veneno, que espalha-se com o vento levando destruição por onde passa, matando plantações, árvores, solo e água. Agora os produtores estão enfrentando uma escolha terrível: migrar para as sementes transgénicas da Monsanto ou assistir a morte de suas plantações.

Esse é um esquema ganancioso e perigoso no qual a Monsanto vai embolsar milhares de milhões de dólares, e que pode destruir o ciclo mundial de produção alimentar.

Mas podemos ajudar a impedi-los. 17 estados americanos abriram investigações contra o dicamba e as autoridades de um deles, o Arkansas, recomendaram sua proibição. A decisão será votada em breve e autoridades da UE e da América Latina estão atentas ao resultado. Se um milhão de nós enfrentarmos a Monsanto no Arkansas e vencermos fazendo aprovar essa proibição, podemos travar esse veneno mortal.

Há anos, a comunidade da Avaaz luta como David vs Golias para impedir esquemas corruptos e perigosos de controlarem a produção de alimentos. Estamos vencendo: ano passado, ajudamos a impedir que a Monsanto abrisse uma mega-fábrica de sementes transgénicas na Argentina e que UE renovasse a licença do pesticida glifosato. Agora, podemos ajudar o Arkansas vencer essa nova batalha.
Assina a petição: Enfrente a Monsanto

Mais informações:

Agricultores reclamam estragos causados por pesticida nos EUA (UOL)
https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/08/02/agricultores-reclamam-de-estragos-causados-por-pesticida-nos-eua.htm

EUA avaliam restrições a herbicida ligado a danos às lavouras (Exame)
https://exame.abril.com.br/negocios/eua-avaliam-restricoes-a-herbicida-ligado-a-danos-as-lavouras/

Enquanto Blairo Maggi vira anedota na ONU, CTNBio liberta nova soja transgénica (RBA)
ttp://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2016/12/enquanto-blairo-maggi-vira-piada-na-onu-ctnbio-libera-nova-soja-transgenica-527.html

Um milagroso pesticida que deveria salvar as fazendas. Mas na verdade, está a destruir tudo. (em inglês) (Washington Post)
https://www.washingtonpost.com/business/economy/this-miracle-weed-killer-was-supposed-to-save-farms-instead-its-devastating-them/2017/08/29/33a21a56-88e3-11e7-961d-2f373b3977ee_story.html

A Avaaz é uma rede de campanhas global de 44 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais.

(“Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas).

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